A Contradição Fatal: TOP 5 Serial Killers

*** Para aqueles pouco familiarizados com a filosofia de Ayn Rand, recomendo que leiam este post para maior compreensão.

Por definição, os  chamados  serial killers são indivíduos que mataram três ou mais pessoas num período de um mês ou mais com um intervalo entre os assassinatos e cuja motivação é baseada em uma satisfação psicológica [1].  Atribuo a qualquer motivação dessas a evasão [2], isto é,  optar pelo não-pensar, criando um mundo que se adapte aos seus instintos mais vorazes, ao invés de usar a razão para adaptar-se à realidade a sua volta.
A seguir, uma lista dos mais perversos assassinos em série que já existiram, em ordem não de seu número de vítimas, mas do seu grau de crueldade.

5. Gilles de Rais, nascido em 1404

Considerado um dos precursores dos serial killers modernos, este nobre francês que chegou a lutar como capitão do exército de Joana d’Arc tinha como alvos principais adolescentes louros e de olhos claros, parecidos com o mesmo quando criança. Seu método passava por uma longa tortura, o estupro e o assassinato. Em busca do ideal hedonista, Gilles de Rais maximizava seu prazer [3]  ao ver a agonia de suas mais de seiscentas vítimas banhadas em sangue.

4. O famoso Jack, o Estripador.

Jack The Ripper

A clássica frase “Como diria Jack, vamos por partes” soaria cômica, se não tivesse uma origem trágica. A crise econômica pelo qual a região passava na época levou milhares de mulheres de classe baixa a virarem prostitutas, os principais alvos deste inglês do século XIX cuja identidade jamais foi descoberta. Sua crueldade estendia-se desde o estrangulamento das vítimas até a remoção de seus orgãos, o que sugeria um raro conhecimento de medicina.  Mais um cujo objetivo principal era a maximização do prazer. Sem maiores comentários.


3. Joseph Paul Franklin, nascido em 1950



Certas convicções políticas são perigosas, especialmente quando não derivam de uma filosofia racional. O admirador norte-americano do nacional-socialismo Joseph Paul Franklin começou sua carreira incendiando sinagogas e atacando casais multiétnicos. Expandiu seu campo de ação pouco tempo depois assassinando suas vítimas (grande parte judeus e afro-americanos) enquanto elas saíam de escolas, faculdades e até lojas de conveniência.  Até recentemente, foi o único serial killer conhecido a citar como motivação o racismo. Sua afirmação mais conhecida é: “Fui comandado por Deus a iniciar uma guerra racial”.

2. Charles Manson, nascido em 1969


Um típico fruto da revolução anti-industrial, ou melhor, da contracultura dos anos sessenta,  este outro criminoso americano que apelidava a si mesmo de “Helter Skelter”, numa alusão à música do grupo The Beatles formou uma comunidade alternativa responsável pelo espancamento e assassinato de diversas pessoas, entre elas a então esposa do diretor polonês Roman Polanski, Sharon Tate.  O coletivismo  de seus integrantes era tão exacerbado que associavam Manson a um Jesus Cristo ressucitado, e tinham como objetivo uma guerra étnica entre negros e brancos.

1. Ernesto “Che” Guevara, nascido em 1928


Um verdadeiro ícone anticapitalista e um espetáculo de vendas da indústria têxtil, este marxista revolucionário teve os “culhões” que faltavam a Joseph Stalin ou Adolf Hitler para pessoalmente executar  centenas de pessoas (incluindo pais de família, mulheres e crianças), tudo em nome de seu golpe de estado conhecido popularmente como Revolução Cubana. Acusava suas vítimas de “traição”, as enfileiravam contra uma parede e atirava. Seu estilo de assassinato é usado até hoje em ditaduras comunistas como a China e a Coréia do Norte.
Neste vasto mercado da psicopatia, seu diferencial está na sua bizarra influência sobre os jovens e intelectuais de todo o mundo e nas milhares de pessoas em seu cárcere privado (que, ao contrário da URSS, dura até hoje), também conhecido como Cuba.

[1] http://en.wikipedia.org/wiki/Serial_killer
[2]http://aynrandlexicon.com/lexicon/evasion.html
[3]http://en.wikipedia.org/wiki/Hedonism

Publicado em Uncategorized | Deixe um Comentário

Walter Williams no Globo News

Walter Williams ganhou fama no Brasil após dar uma entrevista à revista Veja pregando os valores de livre mercado e os princípios do Libertarianismo.  Nessa segunda-feira, ocorreu outra entrevista dele, dessa vez transmitida no programa Milênio do Globo News.

O resultado, ao meu ver, foi bastante positivo. Williams sofreu uma grande pressão do entrevistador, que estava claramente se sentindo desconfortável por ter seus dogmas “universais” contestados, mas em nenhum momento perdeu a solidêz e defendeu  seus pontos até o final.

Creio que seria muito interessante os que não puderam assistir, ou sequer ficaram sabendo dessa entrevista, dar uma conferida nela, que se encontra disponível no site da Globo News. É uma entrevista que merece ser conferida por qualquer pessoa. Afinal, não é todo dia que vemos um verdadeiro defensor do livre mercado com tanto destaque aqui no Brasil.

Publicado em Liberdade em Destaque | Deixe um Comentário

É proibido reclamar

A novidade da semana é que a Renault resolveu abrir um processo contra uma consumidora que resolveu colocar uma reclamação sobre a empresa. E não para por aí, porque ao que aparenta o juiz resolveu que a consumidora “abusou da liberdade de expressão” e terá que tirar o conteúdo do ar em duas semanas.

A mesma justiça que diz zelar pela liberdade de expressão é a primeira a censurar a opinião de uma pessoa ao reclamar de um produto que veio com problemas e a empresa que o vendeu não tomou atitude alguma quanto ao assunto. Quer uma atitude contraditória do que essa?

Moral da história: Quando estiverem querendo trocar o carro, pensem com carinho na hora de escolher um Renault… E, evidentemente, avisem isso aos seus amigos.

Informações adicionais podem ser encontradas aqui.

Publicado em Direito | 1 Comentário

Pesquisa de mercado: Atlas Shrugged

Há anos é comentado sobre a adaptação cinematográfica do filme Atlas Shrugged. Foi comentado sobre diversos rumores, desde a possível participação de atores famosos até a ameaça de o filme sequer sair do papel. Depois de toda essa novela, finalmente foi anunciado no ano passado que a adaptação seria feita e ela está prestes a estrear. Ou seja, a nossa participação começa agora.

O filme será feito por um estúdio menor, com diretor e elenco desconhecidos, o que dificultará em muito a campanha publicitária do mesmo. Cabe àqueles que conhecem a obra fazerem a divulgação para os amigos e familiares. O apoio de cada pessoa será de extrema importância.

Entretanto, existem outras formas que você leitor pode contribuir. Atualmente, existe uma pesquisa de mercado pelo website Eventful sobre se você quer ou não ver o filme e em que local vive. Com as estatísticas desse portal, a produtora pode conseguir fazer um planejamento estratégico mais eficiente sobre em que países situar seus filmes. Além de poder utilizar essa pesquisa como um poder de mercado na hora de negociar com as distribuidoras.

Apenas clique nesse link, preencha a cidade e país em que reside e em seguida pedir para que a divulgação automática seja feita em suas redes sociais. É rápido e poderá servir para uma causa importante.

Atlas Shrugged é um filme que merece vir para o Brasil e depende apenas dos leitores da obra de Ayn Rand para que isso seja feito. O rumo dos trilhos está dado, o poder agora é todo de vocês!

Publicado em Atlas Shrugged | Deixe um Comentário

O que é Objetivismo?

“Minha filosofia, em essência, é o conceito do homem como um ser heróico, cuja própria felicidade é o proposito de sua vida, com a produtividade como sua atividade mais nobre, e a razão como seu único absoluto”(Ayn Rand)

Objetivismo foi uma filosofia de base Aristotélica fundada pela filósofa e romancista russo-americana Ayn Rand. Esta evocava a razão como base de toda a sua filosofia, advogando que o ser humano era dotado de capacidade racional e deveria observar o mundo através do único meio possível de fazê-lo: A lógica.

Este complexo filosófico é sustentando por cinco pilares:

Metafísica: Realidade Objetiva

A realidade existe, independente de se o ser humano a percebe ou não. Este é o princípio básico para poder construir todo o restante da teoria. Conseqüentemente, a existência é um fato auto-evidente e que diferencia algo que faz parte do mundo físico do nada.

Os objetivistas em nenhum momento se propuseram a provar que a realidade existe, pelo fato de essa ser uma situação filosófica que jamais poderá ser de fato provada, apesar de ser considerado como verdadeiro pela maior parte da filosofia moderna, sendo assim um Axioma.

Epistemologia: Razão

Todo conhecimento é baseado na percepção. O ser humano ao observar a realidade a sua volta e construir conhecimento a partir do que é visto, verifica padrões a partir dessa observação. A razão é assim a capacidade de identificar e integrar o material provido pelos sentidos do homem.

Essa epistemologia objetivista é compatível com o fato de os humanos possuírem conhecimento limitado e nem sempre poderem entender todas as implicações do conhecimento. Uma pessoa só pode ter certeza de uma proposição caso possua evidência na realidade que ela é verdadeira.

Ética: Auto-interesse

Devido ao fato de o homem ser um animal racional, apenas ele consegue saber o que é melhor para si próprio. O direito fundamental é o de viver e poder buscar a sua própria felicidade e esse é o princípio fundamental da vida.

Um indivíduo, conseqüentemente, é um fim em si próprio e não um inseto cujo objetivo é satisfazer a existência de outra pessoa. A individualidade é o princípio fundamental da própria existência.

Política: Liberalismo e Capitalismo

O uso da força neutraliza a razão humana.

Os objetivistas são, portanto, contra o abuso estatal nas liberdades de qualquer indivíduo e politicamente encontram-se distante de qualquer outro espectro político que considere que o uso estatal é desejável para coibir determinada conduta.

O único sistema compatível com essa doutrina é o Capitalismo, por ser baseado em trocas voluntárias entre pessoas com o objetivo de, através delas, melhorarem sua situação. Nenhum outro arranjo é compatível, pois para eles existirem é necessário o uso de força.

Estética: Juízo de Valor Metafísico

A arte é uma recriação da realidade de acordo com determinado juízo de valor.  Ou seja, de acordo com o que o autor considera que é importante e verdadeiro sobre a natureza da realidade humana.

O desejo humano pela arte reside em uma necessidade de economia cognitiva. Pois o ser-humano precisa de um quadro compreensivo para guiar sua vida e a arte consegue cumprir este objetivo através de uma forma fácil de comunicação e de entender determinados conceitos. Toda arte, portanto, é a emissão de um juízo de valor.

Entretanto, a arte não é propagandista. O objetivo dela é apenas de projetar certa visão de mundo, não de educar uma pessoa a seguí-la.

Publicado em Filosofia | Deixe um Comentário